sábado, 23 de abril de 2011

Pelo Planeta

A indústria de carne é responsável por 18% das emissões globais de gases causadores do efeito estufa, ao passo que todos os transportes somados geram 13% .


A pecurária gera diretamente 80% do desmatamento no bioma amazônico e 14% em todo o mundo.


Somos quase 7 bilhões de pessoas na Terra e criamos, para produzir carne,  mais de 30 bilhões de animais que consomem água, comida e recursos energéticos, demandam espaço, despejam detritos, contaminam os mananciais, causam erosão e geram poluição atmosférica.

Atualmente, são mortos cerca de 70 bilhões de animais terrestres por ano no mundo, com a justificativa de que precisamos nos alimentar. No entanto, o reino vegetal é plenamente capaz de encher nossos pratos. Uma alimentação sem ingredientes de origem animal é ética, saudável e sustentável.


A criação de animais para abate é uma forma ineficiente de produzir alimentos: para cada quilo de proteína animal são necessários de 3 a 10 kg de proteína vegetal (milho, soja etc.).


Os animais são explorados pelo homem de forma inaceitável e insustentável. 

Hoje se mantam em cerca de quinze dias, o mesmo número de animais abatidos
em um ano na década de 50.


Criados para abate, bois, porcos, frangos, peixes, coelhos e outros animais levam 

uma vida de sofrimento, medo e privação, pois se foi o tempo em que eles viviam 
soltos nas fazendas. A tortura e a morte de animais para alimentação é incompatível 
com uma cultura de paz. A alimentação sem carne é uma forma de praticar a não-violência.

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