quinta-feira, 31 de março de 2011

Husky Siberiano

Nome da Raça: Husky Siberiano, Siberian Husky
Origem: Estados Unidos
Utilização: cão de trenó
Porte: grande

Pelagem: pelagem dupla. Subpelo macio e denso. Pelos de cobertura suaves e assentados

Cores: todas são permitidas, desde o preto ao branco puro. Há ainda variações na cabeça.

Temperamento: atento, amigável e carinhoso
Cães ativos e cheios de energia, o Husky não deve ser criado em apartamento ou lugares apertados. Ele precisa gastar energia e de espaço para correr, caso contrário poderá cavar buracos, roer móveis, entre outras distrações.
Ele gosta de brincar, mas não é aconselhável para crianças muito pequenas, já que suas brincadeiras podem machucá-las. Sua independência pode ser considerada como teimosia. Por isso é preciso ter pulso firme e, se possível, treiná-lo desde filhote.

Histórico
Na Sibéria ele já é conhecido há 2 mil anos. Criado pelos nativos Chukchi, o Husky era utilizado para puxar trenós, função que exerce até hoje. Ágil, forte e resistente é considerado um dos mais velozes nesta modalidade.
Fizeram rapidamente sucesso no Alasca, quando foram levados em 1909. O American Kennel Club reconheceu a raça em 1930.

Para : Jhonny

Yokshire Terrier

Nome da Raça:Yorkshire Terrier
Origem:
Grã-Bretanha
Utilização:
Companhia
Porte:
Pequeno
Pelagem: O pelo do tronco é comprimo, liso e brilhante. Na cabeça é longo, de cor castanho dourado intenso, e de cor mais saturada nas faces, na base das orelhas e no focinho, local em que o pelo é longo. O castanho da cabeça não deve alcançar o pescoço. Não é permitido mescla de pelos escuros ou encarvoados na cor castanho.
Cores: cor azul aço escuro (azul prateado), nunca mesclados de pelos fulvos, bronze ou escuros. Cor castanho no peito. Essa cor sempre é mais escura na raiz e vai clareando a medida que se aproxima das pontas.
Temperamento: companheiro, alegre, carinhoso e independente
Ele gosta da companhia do dono e de fazer parte da família. Por ser pequeno, é facilmente transportado para qualquer lugar e vive tranquilamente em apartamentos e espaços reduzidos. Apesar de ser frequentemente visto no colo, é um cão independente que gosta de caminhar e explorar novidades.
Convive bem com crianças, mas não muito bem com outros cachorros, já que gosta de dominar o território. Muito atento, além de ser um cão de companhia, pode exercer a função de cão de alarme, já que é esperto. Apesar de independente, não aprecia ficar muito tempo sozinho.
Histórico
Hoje ele é visto no colo das madames, mas Yorkshire Terrier já teve seus dias de valentia. Originalmente ele foi desenvolvido para caçar ratazanas que infestavam as minas de carvão. Era preciso um cão pequeno e ágil para correr atrás dos roedores. Além de eficiente em sua função, o cão chamou a atenção pela beleza e inteligência. Em pouco tempo, o resultado do cruzamento entre Skye Terrier, Dandie Dinmont, Maltês e Terrier preto e castanho, conquistou a admiração de criadores que resolveram aprimorar a raça.O The Kennel Club inglês oficionalizou a raça em 1898. Em pouco tempo o Yorkshire deixou as minas para saltar no colo das nobre senhoras.


Dogs WIN !


kkk    *0*' ~ Créditos: Jhonny



Bulldog


Ownt' *-*  ~ Créditos: Jhonny



Diário de um cão

1ª Semana:
Hoje faz uma semana que nasci! Que alegria ter chegado a este mundo!
1º Mês:
A minha mãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2º Mês:
Hoje separaram-me da minha mãe. Ela estava muito inquieta e com os seus olhos disse-me adeus como que esperando que a minha nova “família humana” cuidasse bem de mim, como ela havia feito.
4º Mês:
Cresci muito rápido. Tudo chama à minha atenção. Existem crianças na casa, são como “irmãozinhos”.
5º Mês:
Hoje castigaram-me. A minha dona zangou-se porque fiz xixi dentro de casa... Mas nunca me disseram onde eu deveria fazer. E como durmo na marquise, não aguentei!
6º Mês:
Sou um cão feliz. Tenho o calor de um lar, sinto-me seguro e protegido... Creio que a minha família humana me ama muito... Quando estão a comer convidam-me também. O pátio é só para mim e eu estou sempre a fazer buracos na terra, como os meus antepassados lobos, quando escondiam comida. Nunca me educam! Seguramente porque nada faço de errado!
12º Mês:
Hoje completei um ano. Sou um cão adulto e os meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulhosos devem estar de mim!!!
13º Mês:
Como me senti mal hoje... O meu “irmãozinho” tirou-me a minha bola. Como nunca toco nos seus brinquedos, fui atrás dele e mordi-o, mas como os meus dentes estão muito fortes, magoei-o sem querer. Depois do susto, prenderam-me e quase não me posso mover para tomar um pouco de sol. Dizem que sou ingrato e que me vão deixar em observação (certamente não me vacinaram)... Não entendo o que está a acontecer.
15º Mês:
Tudo mudou... vivo preso no pátio... na corrente... Sinto-me muito só.... a minha família já não me quer... às vezes esquecem-se que tenho fome e sede e quando chove não tenho tecto para me tapar.
16º Mês:
Hoje tiraram-me a corrente. Pensei que me tinham perdoado...Fiquei tão contente que dava saltos de alegria e o meu rabo não parava de abanar. Parece que vou passear com eles. Entrámos no carro e andámos um grande bocado. Quando pararam, abriram a porta e eu desci a correr, feliz, crendo que era um dia de passeio no campo. Não entendo porque fecharam a porta e se foram embora... “Esperem!!!” – Lati. Esqueceram-se de mim! Corri atrás do carro com todas as minhas forças... a angustia aumentou ao perceber que o carro se afastava e eles não paravam. Tinham-me abandonado...
17º Mês:
Procurei em vão encontrar o caminho de volta a casa. Sento-me no caminho, estou perdido e algumas pessoas de bom coração olham-me com tristeza e dão-me de comer... Eu agradeço com um olhar do fundo da minha alma. Porque não me adoptam? Eu seria leal como ninguém. Porém apenas dizem “Pobre cãozinho, deve estar perdido.”.
18º Mês:
No outro dia passei por uma escola e vi muitas crianças e jovens como os meus “irmãozinhos”. Cheguei perto deles e um grupo, aos risos, atirou-me uma chuva de pedras – para ver quem tinha melhor pontaria. Uma dessas pedras atingiu um dos meus olhos, e desde então não vejo.
19º Mês:
Parece mentira, mas quando eu estava mais bonito as pessoas compadeciam-se mais de mim... Agora que estou mais fraco, com aspecto mudado... perdi o meu olho, as pessoas tratam-me aos pontapés quando pretendo deitar-me à sombra.
20º Mês:
Quase não me posso mexer. Hoje ao atravessar a rua por onde passam os carros, um deles atropelou-me. Pelo que sei  estava num lugar seguro chamado sarjeta, mas nunca me vou esquecer do olhar de satisfação do motorista ao faze-lo. Oxalá me tivesse morto... Porém só me partiu as pernas. A dor é terrível, as minhas patas traseiras não me respondem e com dificuldade arrastei-me até uma moita de ervas completamente fora da estrada. Não me posso mover, a dor é insuportável, nunca me abandona. Sinto-me muito mal, estou num lugar húmido e parece que o meu pêlo está a cair. Algumas pessoas passam e não me vêem;  outras dizem “Não te aproximes”. Já estou quase inconsciente. Porém uma força estranha fez-me abrir os olhos. A doçura da sua voz fez-me reagir. “Pobre cãozinho, como te deixaram”, dizia. Junto a ela estava um senhor de roupa branca que começou a tocar-me e disse “Minha senhora, infelizmente este cão não têm remédio que o salve, o melhor é que deixe de sofrer”.
A gentil senhora consentiu com os olhos cheios de lágrimas. Como pude, mexi o rabo e olhei para ela, agradecendo por me ajudar a descansar... Senti somente a picada da injecção e dormi para sempre, pensando em porque nasci se ninguém me queria...     





O abandono de animai é algo que está se tornando cada vez mais freqüente nos dias de hoje, estima-se que só no Brasil tenha cerca de 10 milhões de gatos abandonados e 20 milhões de cães.
Mas o que leva as pessoas a abandonar seus animais?
Muitas famílias querem ter um bichinho para fazer-lhes companhia mas não pensão em gastos e as necessidades dos animais dessa forma, quando começam a ter trabalho os abandonam. Ou então pelo simples fato de adquirir e depois não gostar do animal, como uma mulher Britânica que devolveu seu cão ao abrigo por causa que as cores do animal não combinavam com a cor da cortina de sua casa. [ Leia a noticia: http://petmag.uol.com.br/noticias/cao-e-devolvido-por-nao-combinar-com-as-cortinas/ ]
Abandono de animais e maltrato é crime [art. 29 da Lei Fed. 9.605/98 - Lei dos Crimes Ambientais], pensa bem antes de adquirir um bichinho, cuide dele com muito carinho!!